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2009 • AO SAMBA 2008 • AS CINCO PELES DO SAMBA 2007 • Sala de Estar, as cinco peles do samba 2007 • clipping, as cinco peles do samba 2006 • Isadora.Orb 2006 • Clipping, Isadora.orb 2005 • Alcântara 2005 • Inventário 2005 • Formas Perfeitas 2004 • Desaparecida do Norte 2002 • Aviões e Arranha-céus 2002 • I EU 2002 • Sala de Estar 2000 • Arq-móvel 1997 • De Areia e Mar • Site Specific • Andrea Jabor & Ricky Seabra • mini clipping da companhia |
Andrea Jabor & Ricky Seabra formam uma dupla artistica que vem colaborando em criações de espetáculos de "Dança-Teatro Visual" e performance desde 1997. Conheceram-se em 1988 em Brasília onde iniciaram a parceria. Em 2007 comemoram seu aniversário de 10 anos com o primeiro espetáculo Internacional que teve estréia na venezuela em 97 "De Areia e Mar".
Seus trabalhos mais recentes incluem:
1997- De Areia e Mar,
2002 - Aviões e arranha céus,
2004 - Formas perfeitas
2005 - Isadora.Orb, a metáfora final
Seus trabalhos já foram apresentados no Brasil, Venezuela e em diversas cidades européias:-
VEJA AGENDA:
Festival de Teatro de Curitiba, Filo 2000 (Paraná), Riocenacontemporânea ( Rio de Janeiro), Bienal de Barro (Caracas), Festiavl Brasil en Caracas, Mérida (venezuela), Itaúcultural (São Paulo), São José do Rio Preto, National Review of Live Art (Glasgow), Culturgest (Lisboa), Bellevue Theater (Amsterdam), Het theatre festival (Antuérpia),, Menagerie de Verre (Paris), Halles de Schaerbeek (Bruxelas), Teatro Due (Parma), entre outros...
visite também:
www.rickyseabra.com BREVE CURRICULO DOS ARTISTAS
Ricky Seabra
é um artista brasileiro-americano que nasceu em Brasília e cresceu em Washington. É graduado em Design Gráfico pela Parsons School of Design, em New York, onde morou por 7 anos e trabalhou pra a Miramax Films. Em 2002 se tornou Mestre pela Academia de Desenho Industrial de Eindhoven com uma tese em desenho industrial onde propõe um módulo espacial para levar as artes e artistas para a Estação Internacional Espacial. Desde 2002 ele trabalha como artista residente do Kunst Centrum Nona na Bélgica, produzindo espetáculos teatrais junto à coreógrafa Andrea Jabor. Seus textos e trabalhos mais recentes são: Aviões e Arranha Céus e Isadora.Orb, a metáfora fina. Em 2008 vai estrear no Brasil seutrabalho novo sobre a estética do Império Americano chamado: Empire, Love to Love You, Baby.
Ricky também realiza palestras sobre a inclusão das artes na exploração espacial na indústria aeroespacial desde o ano de 2000. Faz parte do coletivo de artistas `Zero Gravity Arts Consortium`, que discute e propõe projetos para a arte em gravidade zero.
Andrea Jabor
é coreógrafa, dançarina e diretora nascida no Rio de Janeiro. Possui pós-graduação em dança pela Universidade da Cidade, Graduação em dança contemporânea e coreografia pela "School for New Dance Development" da Faculdade de Artes de Amsterdã e pelo "Laban Centre" em Londres. Tem formação musical pela Universidade de Brasília e Escola de Música de Brasília. Estudou com diversos diretores e coreógrafos como: Luiz Mendonça, Regina Miranda, Steve Paxton, Sotigui Koyaté, Marcelo Evelyn, Yoshi Oida, entre outros.
Trabalha em Parceria com Ricky Seabra desde 1997 e é diretora, coreógrafa e criadora da companhia Arquitetura do Movimento que em 2007 completou 10 anos. Seus espetáculos mais recentes com a companhia incluem Sala de Estar, as cinco peles do samba, contemplado com o prêmio Funarte Petrobrás Klaus Vianna e Isadora.Orb a metáfora final, com Ricky Seabra, contemplado pela caravana Funarte de circulação nacional. Possui um repertório de mais de 10 espetáculos, com circulação Nacional e Internacional. Seus projetos e espetáculos já foram premiados e contemplados pelo Encena Brasil, premio Klaus Vianna, Miriam Muniz, Funarte Petrobrás Circulação, Caixa Cultural e Teatro Kc Nona. Realiza também trabalhos de direção de movimento para companhias de teatro. Entre os espetáculos mais recentes: “Quartett” direção de Vitor Garcia Peralta, "Ensaio.Hamlet” direção de Enrique Diaz. Andrea também dirigiu os Doutores da Alegria no espetáculo “Inventário”, que estreou em 2005 no festival riocenacontemporanea e recebeu premio de teatro Miriam Muniz em 2006.
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