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Um encontro-espetáculo de improvisação Apresentação O Ambiente Histórico O projeto foi concebido pela coreógrafa Andrea Jabor e contemplado pelo prêmio montagem do Encena Brasil em 2002. Teve sua estréia no Teatro Cacilda Becker no Rio de Janeiro em novembro do mesmo ano. Em fevereiro de 2003, fez temporada no Teatro Sergio Porto com apoio da Rio-Arte e em Setembro de 2003 no Teatro Sesc Tijuca.
Clipping Jornal O Globo Para começar, no Teatro Cacilda Becker, Andréa Jabor abre sua “Sala de estar”, uma verdadeira festa de movimentos, com participações de convidados especiais, entre eles o brasiliense Luiz Mendonça (ex-Endança), Gustavo Ciríaco (dos Ikswalsinats), a australiana Kylie Jane Wilson (que dançou no Panorama ao lado de Paulo Mantuano), além de Cristina Moura (brasiliense radicada na Dinamarca) e o dinamarquês Tim Feldman. “A sala de estar estará aberta aos coreógrafos, que terão a liberdade de improvisar a partir de suas próprias identidades”diz Andréa.
Revista VejaRio 20 de novembro de 2002 Um sofá vermelho foi escolhido como símbolo do novo trabalho dirigido pela coreógrafa Andréa Jabor. Nada mais natural, uma vez que o nome do espetáculo é "Sala de Estar". Criada em conjunto com coreógrafos nacionais como Luiz Mendonça e Gustavo Ciríaco, e internacionais como Tim Feldman (Dinamarca) e Lenka Flory (República Checa), a coreografia convida o público a compartilhar o território pessoal das próprias salas de estar.
Sala de estar é o nome que a coreógrafa Andréa Jabor e o grupo Arquitetura do Movimento batizaram o projeto que congrega, no Teatro Cacilda Becker, 10 coreógrafos-intérpretes, nacionais e estrangeiros, em cinco encontros movidos a improvisação.
Nenhuma noite de apresentação será igual a outra. Este é o lema do projeto Sala de estar, desenvolvido pela coreógrafa Andréa Jabor, com o objetivo de reunir nomes de diferentes áreas. A partir de um tema proposto – que muda a cada semana –, músicos, atores e dançarinos, entre outros artistas, têm uma única missão: a de improvisar em cena. “Acho importante este intercâmbio entre artistas, esta troca de experiências. Além disso, sou uma aficionada pela arte da improvisação. Sou da teoria de que um grande artista deve ser também um grande improvisador”, comenta Andréa, que ao lado de Cristina Moura e Pedro Seiblitz, faz parte do elenco fixo do projeto. Sem distinção entre os espaços do palco e da platéia, o público tem a oportunidade de participar de todo o processo de improvisação coletiva. “O palco vai estar dividido em seis espaços, entre eles um bar, onde as pessoas poderão beber e fumar. A regra número 1 é que todos estejam confortáveis, ninguém será obrigado a fazer nada que não esteja com vontade”, acrescenta a coreógrafa. Nesta primeira semana, o fio condutor é movimento, com participações confirmadas de Gustavo Ciríaco, Claudia Horta, Acauã e Marcela Levi. Nas semanas seguintes, artistas e público vão se guiar pelos temas O texto e o espaço, Humor e uso de objetos e Música. |
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